Peirópolis na Bienal do Livro de São Paulo

EDITORA PEIRÓPOLIS LANÇA OITO TÍTULOS NA 23ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SP

A Editora Peirópolis, que comemora 20 anos de fundação em 2014, participa da 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 22 a 31 de agosto, no Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana). Na ocasião, a editora apresentará ao público seu catálogo e os últimos lançamentos, com títulos de autores renomados e versões de grandes clássicos da literatura nacional e internacional.

Em seu estande, a decoração deixa clara qual a proposta da Editora e o papel que se prezou a desempenhar nestes 20 anos de atuação junto ao mercado editorial. Caracterizado bem à brasileira, o espaço destinado a receber o público é decorado com fitas coloridas, bancos de madeira com almofadas, e caixotes de madeira onde estarão os livros, ao invés de prateleiras, com toda a alegria característica de nossa cultura.

No evento, a Peirópolis lançará os livros Rimas de lá e de cá, de autoria do português José Jorge Letria em parceria com o brasileiro José Santos; Simbad, o Marujo, adaptação da escritora mineira Alaíde Lisboa; Desequilibristas, em que o jovem artista Manu Maltez transita entre diversas linguagens da arte para falar sobre o skate; A morte de Ivan Ilitch em quadrinhos, obra do escritor russo Liev Tolstói, publicada em 1886, e adaptada para os quadrinhos com maestria pelo ilustrador Caeto; e Este não é um livro de princesas, de Blandina Franco com ilustrações de José Carlos Lollo.

“A Peirópolis atua no sentido de valorizar a riqueza e a diversidade humana, natural e cultural do nosso país, o que se expressa em linhas editoriais voltadas para a difusão de novos olhares nas áreas da educação, do empreendedorismo e do meio ambiente, como também para a publicação de literatura infantil e juvenil de alta qualidade”, afirma a editora da Peirópolis, Renata Borges.

Além dos exemplares físicos, outro destaque da editora será o lançamento do livro-aplicativo “A Trilha”, área em que a Peirópolis é também pioneira. Indicado às crianças em idade de alfabetização, o app convida os pequenos leitores para um passeio com o garoto Martim. Com texto e ilustrações de Roberta Asse e trilha sonora de Morris Picciotto, “A Trilha” está disponível nas plataformas IOS e Android, e evoca a memória do ambiente e das experiências que a criança já conhece, por experiência real ou da imaginação. Além deste, outros dois livros-aplicativos serão trazidos ao público, em parceria com o Sesc: Meu tio lobisomem, de Manu Maltez, e Crésh, do cartunista Caco Galhardo. Os três farão parte do acervo multimídia de livros-aplicativos preparado pelo Sesc, e poderão ser acessados pelo público em três espaços oficiais da Bienal: BiblioSesc – Praça da Palavra, BiblioSesc – Praça de Histórias e Espaço Imaginário.

De acordo com Renata, a Bienal do Livro é uma oportunidade de mostrar as novidades do setor e aproximar o público da leitura. “A Peirópolis é pioneira em várias linhas editoriais, como a de literatura indígena, e agora também uma das primeiras editoras a resgatar o projeto das quadrinizações literárias. Nosso objetivo é aproximar os jovens da leitura de obras que são referências importantes para a formação do leitor literário”, destaca.

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